Abraão e a Angústia da Escolha

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O homem é um ser finito, que está a todo instante tendo que fazer escolhas infinitas, é a angústia da escolha.

Na verdade, a angústia se deve por conta da liberdade que o homem tem e a infinidade de possibilidades da vida.

Além do que, uma escolha errada pode comprometer sua própria sobrevivência ou felicidade.

Então, por mais que o ser humano se prepare para algo, não é certo que terá êxito. Essa condição humana, o leva a angústia.

Assim, no caso de Abraão, Deus o coloca a prova e o chama a sacrificar o próprio filho. Abraão pega o filho, prepara o holocausto, mas antes de consumar o sacrifício, Deus o manda parar.

Mas, porquê o todo poderoso, que sabe tudo que virá a acontecer chama Abraão a viver essa experiência que exige tamanho desprendimento e confiança na vontade de Deus?

Na verdade, a prova era para aprendizado e crescimento de Abraão, que depois foi considerado por muitos como modelo de fé.

Porém, o que chama a atenção é fé poder levar o indivíduo ao desespero se ele tiver sua percepção limitada aos acontecimentos do dia a dia.

Ou seja, se o homem encarar Deus apenas como um recurso para responder a  suas necessidades e seus caprichos.

Portanto, é angustiante para aqueles que não acreditam que a proposta de Deus é viver agora o seu reino de amor e depois, na eternidade, estar com Ele.

Quer dizer, uma realidade que transcende os problemas domésticos e existenciais.

Afinal, a existência é liberdade.

Na medida em que o ser humano existe e se faz a partir da sua liberdade pessoal, da sua liberdade de escolha.

Em síntese, ao escolher, o ser humano se faz, se constrói.

Mas, esse processo é doloroso, muitas vezes angustiante.

A Busca pela Verdade e a angústia da escolha

Neste caminho de descobertas, cabe ao ser humano sentir-se fazendo parte de algo maior que ele mesmo.

Em outras palavras, ter uma verdade pela qual vala a pena viver e morrer.

De outra forma, a vida fica sem sentido, sem um por que, sem um norte que direcione o sujeito a cada escolha que precisa fazer.

Esse caminho da busca pela verdade pode afastar ou aproximar o indivíduo do seu EU autêntico.

Daí, esse é o grande desafio posto a cada um, no dizer de Soren Kierkegaard, “arriscar-se é perder o equilíbrio por um tempo, mas não arriscar-se é perder a si mesmo para sempre”.

Assim, ter uma bússola é um grande diferencial para diminuir a angústia da escolha.

Em outros termos, ter princípios claros e inegociáveis que podem lhe guiar em cada segundo em que é preciso escolher.

Pois, ao fim e ao cabo, existir é sempre eleição e decisão.

E como somos responsáveis por quem nos tornamos, a partir das nossas escolhas, é imprescindível refletir a respeito de quem temos escolhido ser ao longo da vida.

Assim como entender que nada exterior pode englobar as exigências interiores.

Somos Escravos da Liberdade de Escolha

De acordo com Sartre, somos condenados a sermos livres. 

Escolher é abrir mão de outras coisas, pois quando dizemos sim a algo, estamos dizendo não a tudo que não foi selecionado.

De outro lado, não saber o que acontecerá também é angustiante.

Além do mais, ao ter entendimento disso dessa liberdade de escolha, preciso assumir minha responsabilidade.

Sou responsável pelas minhas escolhas, pelo mundo que elejo, que construo a partir dessas escolhas.

Não há espaço então para culpar o outro.

Isso não significa que não há o contexto e os condicionamentos que influenciam minhas escolhas, mas mesmo assim a escolha é minha.

Em regra, nossas escolhas são guiadas pelo nosso senso, escolhemos o que consideramos bom para nós.

Mas, ao escolhermos condicionamos outras pessoas.

Portanto, há um grau de culpabilidade que pode alcançar níveis angustiantes.

Concluindo, a liberdade não é metafísica, não é um sentimento, ela é exercitada continuamente em cada um desses movimentos que nos constróem como ser e definem nosso futuro.

 

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