Um DF Competitivo exige um Plano Estratégico

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A capital do Brasil representa, de fato, a concretização de um projeto estratégico que visava canalizar as forças produtivas e as ações do Estado para o imenso centro-oeste e noroeste do território nacional.

Assim, Brasília foi o maior empreendimento político e administrativo da história do Brasil. E se tornou – em apenas 6 décadas – o centro político e administrativo do poder nacional.

Então, devido a sua localização geografia, está situada no coração do Brasil – e de ter se tornado o centro do poder decisório nacional, atraiu milhões de pessoas de praticamente todas as regiões do país que aqui se estabeleceram, tanto no centro, mas principalmente nas cidades do Distrito Federal e do entorno.

Isso aproximou bastante municípios de outros estados à Brasília, gerando uma dinâmica econômica peculiar e criando demandas estratégicas de logística, segurança, saúde e educação, entre outras áreas, fundamentais para o bem-estar social.

Mas, Brasília superou a utopia inicial de ser mero centro administrativo com reduzida população – composta iminentemente por servidores públicos e outros poucos prestadores de serviços, e se tornou a terceira maior região populacional do país com aproximadamente
3.094.325 pessoas (2021/ IBGE) – habitando as várias cidades do DF.

Característica Econômica

Além disso, a capital tem característica econômica decisiva para dinamizar vários setores da economia, sobretudo na área de serviços; a sociedade local tem a maior renda per capita nacional e o maior índice nacional de pessoas com nível superior educacional.

Ademais, o crescimento do DF ressoa em praticamente todo o país, inclusive porque o setor logístico e o do turismo, sobretudo cívico e de negócios são motores alavancadores do crescimento econômico.

Consequentemente toda a cadeia produtiva de serviços diretos e indiretos e os demais setores são afetados pela sociedade local e seu estilo de vida.

 “Em 2018 o IBGE/CODEPLAN registrou como   Produto Interno Bruto do DF o montante de R$ 254,8 bi conferindo a 8ª posição entre os Estados. Também em termos per capita, o PIB do DF é o maior do país, apresentando em 2018 o valor de R$ 86 mil, 2,5 vezes maior que a média nacional.

Na economia distrital, o setor de serviços é o de maior relevância, representando 95,3% % do total da economia, sendo destaque os segmen­tos da administração, da saúde e educação pú­blicas, da intermediação financeira e do comér­cio. A administração, saúde e educação públicas eram responsáveis por 44,7% do PIB da unidade federativa em 2018. O Estado atua como o maior pagador de salários e é o principal consumidor de bens e serviços”.

 

Vocação Econômica do DF Competitivo

Evidentemente, o DF precisa definir objetivamente sua vocação econômica com visão estratégica.

Afinal, sabe-se que o setor de tecnologia, o agronegócio e o entretenimento, entre outras, são forças motrizes, mas carecem ainda de investimentos fortes e capazes de aumentar a competividade e a produtividade.

E isso só ocorrerá se houver ações integradas dos governos vizinhos em projetos de desenvolvimento capazes de gerar emprego e renda, dinamizando e harmonizando bastante a economia como um todo.

Não obstante ter um bom índice educacional e boa renda per capita, esses indicadores não são suficientes para promover o desenvolvimento integrado e harmônico.

Até porque não são homogêneos, nem ocorrem em todas as regiões do DF e Entorno.

Ao contrário, o desemprego, a desigualdade social decorrente da precária capacitação profissional, do baixo nível educacional nos níveis básicos, o não privilegiamento da formação técnica maciça, a não existência de políticas de futuro para a juventude e a assistência às famílias carentes, configuram um mosaico desafiador para os gestores dos órgãos públicos e para toda sociedade.

Certamente, o sonho de Dom Bosco, cristalizado na ação empreendedora de Juscelino Kubistchek se tornou um desafio imenso no século XXI.

Pois, o potencial positivo do centro oeste está mais do que demonstrado pelos indicadores financeiros e outros, mas ainda não vivemos no paraíso de pão e mel das utopias.

Portanto, é preciso uma definição objetiva e consensual dos dirigentes locais e vizinhos em torno de um projeto de desenvolvimento regional que seja factível e que priorize os setores que possam gerar emprego e que trabalhem na desconcentração dos investimentos, promovendo um desenvolvimento mais harmônico e solidário.

 

A Pandemia e a Qualificação Profissional

Contudo, a pandemia interferiu profundamente nos mecanismos produtivos e na organização do trabalho e do consumo.

Daí a necessidade premente de investimentos em qualificação profissional e na modernização do setor de serviços, força motriz da economia local, em toda sua diversidade.

Aliás, a tendência, segundo as projeções nacionais de crescimento econômico e as consequências da crise política podem levar a mais pressão sobre os sistemas de saúde, de abastecimento, de emprego e outros; e, consequentemente, nos transportes e na segurança pública – o que demandará ações antecipatórias, para minimizar impactos negativos.

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