Vontade é a própria Essência da Vida

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Vontade do Criador, Vontade do homem – Quando Deus formou a matéria humana, ela só se tornou um ser vivente quando recebeu o sopro de vida do Criador. O registro de Gênesis mostra bem esse princípio da vida.

Com o sopro do Criador, o homem passou a andar, a pensar, a se relacionar com a natureza e com as demais coisas criadas, em síntese, a viver. Daí, falar em vontade de viver é um pleonasmo porque ela é a própria essência da vida.

Sempre que agimos, somos movidos por nossa vontade.

Mas, há a vontade débil, capaz de movimentar o homem apenas para buscar satisfações pessoais, e há a vontade nobre, cuja motivação vai além dos próprios desejos, pois se firma em princípios e valores universais.

De acordo com o filósofo Schopenhauer,  “a vontade é um cego robusto que carrega um aleijado que enxerga”. Assim, nossa consciência seria o aleijado, que é guiado pela vontade.

Para ele, o mundo é regido por uma grande vontade, que é a essência das coisas, e nós temos nossa vontade individual.

Mas, essa vontade nos aprisiona a um ciclo de eterna insatisfação, porque sofremos quando não temos o objeto desejado, depois, sofremos quando esse objeto é alcançado.

Daí, ele dizer que a vida é uma cadeia de desejos não satisfeitos, em que o prazer é mera ilusão.

Me parece que o conceito de vontade em Schopenhauer se parece mais com o conceito de desejo.  E quando pensamos na quantidade e na variedade de desejos que os homens têm, parece infindáveis.

Entendo que nossa consciência é um aleijado, quando nos perdemos na busca, no processo de realização de um desejo.

Assim, é muito comum, o indivíduo passar anos angustiados se esforçando para realizar um sonho, um desejo, e ao final, depois de alcançado, sentir-se miseravelmente infeliz.

A resposta de Schopenhauer  para o fim dessa infelicidade é o fim do desejo, que pode ser desfeito na busca pela contemplação da arte; ou na consciência de que cada ser humano é um com os outros, pois essa unidade, apesar de causar dor e sofrimento, desperta compaixão e diminui o egocentrismo. Outra saída seria o completo desapego do mundo material.

O filósofo parece que não acreditava na transcendência do homem, na liberdade proporcionada pela vontade guiada e firmada no amor.

As escrituras registram a orientação de vida de Jesus Cristo: amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.

Mas adiante, o apóstolo Paulo de Tarso registra: a ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei.

Há também outra sábia orientação nas escrituras dada por Cristo, que eu gostaria de mencionar porque podem orientar a vontade: não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.

Ela reflete bem a relevância de viver plenamente o momento presente. Viver da melhor maneira possível.

 

Assim, duas coisas me parecem extremamente importantes nessa reflexão a respeito de vontade:

  1. Ter o amor de Deus como guia da vontade.
  2. Viver o presente, sem se angustiar com o dia de amanhã.

 

Há um trecho da obra Meditações, de Marco Aurélio, que me parece reforçar essa ideia:

Se concentras teus esforços no presente, seguindo a reta razão seriamente, vigorosamente, calmamente, sem permitir que nada mais te distraia e mantendo puro teu Gênio interior, como se tivesses de devolvê-lo imediatamente; se te aplicares a isso, nada esperando, nada temendo e satisfeito com tua atividade presente conforme a natureza e com uma verdade heroica em cada verdade e manifestação, viverás feliz. E ninguém será capaz de impedir isso.

Por fim, perceber a  vontade, como um dom divino, uma qualidade superior, que nos motiva a viver, a agir na direção de uma existência nobre, é uma escolha libertadora.

 

Nesta SEXTA-FEIRA, 8/11/2019, às 16h, o assunto é VONTADE, e o entrevistado da Coach de Alta Performance é o atleta olímpico Caio Bonfim.

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