É a Vontade o Poder Inconsciente que nos Guia?

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Qual o poder da vontade? É a vontade o poder inconsciente que nos guia?

Seria a “ vontade” o em si das coisas? Seria ela a nossa essência?

Se é a vontade que nos move, o paradigma de que o ser humano é autônomo, dotado de livre arbítrio; ou seja, capaz de decisões arbitradas pela sua racionalidade fica comprometido porque na verdade seriamos guiados pelos nossos desejos, paixões.

Se a vida é marcada pela dinâmica dos desejos. Então vivemos em busca daquilo que desejamos, nos angustiando por não conseguirmos ou nos entediando quando as conquistamos. Uma eterna insatisfação e descontentamento.

Mas, para Schopenhauer, essa experiência pode nos levar a compreender a dor do outro como próxima a nossa, uma capacidade de empatia, que nos permitiria ter compaixão. Uma moral baseada no sentimento e não na racionalidade.

Para o filósofo Arthur Schopenhauer, na sua obra O Mundo como Vontade e Representação, o mundo é nossa representação. Ou seja, nós não conhecemos a realidade em si, nós a interpretamos de acordo com nossas capacidades. Conhecemos o que as nossas percepções,  nossas mentes são capazes de conhecer.

A Física Quântica reforça esse entendimento no momento em que afirma que o observador altera o objeto observado.

O ser humano só consegue compreender as coisas enquadrando-o no tempo e no espaço, e como esses dois critérios são invenções humanas, comprometemos aquilo que intentamos compreender ao usá-los na nossa interpretação das coisas.

Mesmo  quando pensamos em nós mesmos também “ contaminamos” porque também representamos.

Todas as representações tem algo inconsciente que rege nossa vida, que é a vontade.

Como a realidade em si está encoberta, o que fundamenta nossas representações, o que explica nossas ideias é a vontade.

Sempre que agimos, pensamos, não somos nós que controlamos nossas ideias e pensamentos mas, a vontade é a autora.

Para ele a vontade é um “cego robusto que carrega um aleijado que enxerga”. Ou seja, nós somos esse aleijado, nossa consciência, carregados pelo cego robusto, nossa vontade, ou inconsciente.

Porém, se lermos o texto de Corintios 10:13,  Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar – percebemos que o apóstolo Paulo explica que não vivenciamos desejos que sejam tão fortes que não podemos frear, dominar, ponderar e escolher baseados em virtudes e valores que queremos seguir como princípios de vida.

Será que somos escravos das nossas vontades?

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